Quem faz

ju

Juliana de Faria é jornalista formada pela PUC-SP e criadora da OLGA. Especializou-se em moda em Londres e trabalhou em publicações como Elle Brasil e Harper’s Bazaar. Com o tempo, descobriu que gostava mais de falar sobre a mulher que veste a roupa do que sobre a roupa que veste a mulher. juliana@thinkolga.com

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luise bello

Luíse Bello é diretora de comunicação da OLGA e publicitária formada pela UFF. Também é autora do blog Cronicamente Carioca, onde publicou o texto Toda Feminista É Mal Amada, que viralizou em questão de horas. bello.luise@gmail.com

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ba castro

Bárbara Castro é conselheira da OLGA, socióloga e doutora em Ciências Sociais pela Unicamp e especialista em discussões sobre trabalho e gênero.

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Gisele Truzzi_alta

Dra. Gisele Truzzi é consultora legal da OLGA, advogada especialista em Direito Digital e sócia-proprietária de Truzzi Advogados. Graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com extensão em Direito da Tecnologia da Informação pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atua na esfera consultiva e contenciosa do Direito Digital há 8 anos. Envie sua dúvida jurídica para olga@thinkolga.com.

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gabi

Gabriela Loureiro é jornalista formada pela UFSM e colaboradora da Olga. Tem experiência nas áreas de jornalismo internacional e comportamento. É editora de Mundo do Brasil Post, onde também faz reportagens sobre mulheres e bloga sobre feminismo.

 

 

25 Respostas para “Quem faz”

  1. Igor Costa

    Parabéns pela ótima iniciativa de discussões (como a “chega de fiu fiu”). Sou pesquisador de cultura brasileira e capitalismo e essa invasão do espaço do outro – que se mostra de diversas outras maneiras, também, como aqueles toques que alguém nos dá no braço quando conversamos – é produto de nossa escravidão. O sentimento que temos de que outro nos pertence. O problema é que, contra a “impessoalidade” e “frieza” do estrangeiro, essa invasão é correspondente ao nosso “caráter nacional expansivo”, “desafogado”, “gostoso”, “descontraído”, alguns diriam “cordial”, e é o que mais caracteriza o Brasil e deixa o país bem visto lá fora. Ou seja, uma mazela produto de nossa escravidão moderna é o que mais nos dá autoestima por sermos admirados no exterior. Discussões oportunas por aqui!

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  2. Francisco Eliciano

    Esse site é muito bem desenhado, bonito, bom de se ver. E tenho certeza que vcs fizeram assim de propósito mesmo, pra ele ficar bonito, legal.
    Pergunta: qual o problema em olhar pra uma mulher, achá-la linda, atraente e, com respeito, dizer isso a ela?

    As vezes esse tipo de feminismo é quase como um lesbianismo.

    Com todo o respeito.

    Responder
    • Paulinha Silva

      Resposta: Dizer com RESPEITO que a mulher é linda sensual e atraente não tem problema, isso seria um elogio. Agora cantada de rua não é elogio é uma violência verbal justamente por ser desrespeitoso. uma coisa é o homem dizer: Oi, vc é linda; outra coisa é dizer Nossa, que gostosa!

      Você está com aquele pensamento que feminismo é falta de homem não aceitar a falta de respeito não defini a sexualidade de ninguém. O fato de não ser submissa não quer dizer que a mulher não seja hétero e mesmo se não for nada justifica o machismo!

      Responder
    • Thauany Ferreira

      Respondendo a sua pergunta, dizer com respeito não tem problema algum, mas gritar na rua, para uma estranha, “O gostosa, quero te chupar todinha”, pra mim, não é respeitoso. É para acabar com esse tipo de “elogios” que o ”Chega de Fiu Fiu” existe.

      Responder
    • jonas19

      Cara, não entendi essa frase:

      “As vezes esse tipo de feminismo é quase como um lesbianismo.”

      O que vc quis dizer? Que lésbica não gosta de mulher?
      Pq logo acima vc fala sobre fazer elogios a mulheres.

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  3. frausantana

    Oi, Juliana! Comecei a fuçar no seu blog ontem, e estou gostando bastante. No meu blog ainda não cheguei a comentar sobre algumas questões femininas que você aborda, mas esse momento chegará ainda … e aí pretendo fazer alguns paralelos entre essas questões no Brasil e na Alemanha, onde morei 6 anos. Um abraço!

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  4. Bruna

    Oi Juliana!
    me sinto melhor sabendo que existem mulheres que não apenas se revoltam, mas também fazem alguma coisa pra todas abrirem os olhos e verem que não devemos ficar quietas diante dessa situação. Falo porque passei por isso, estava andando no metrô de sp e um idiota apertou a minha bunda e saiu correndo, tem medo mas não tem vergonha! Já fazem 2 anos, mas o sentimento de revolta e de invasão não passam. Obrigada por gritar o que todas querem dizer e ninguém ouve!

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    • Verena Portela

      Bruna, ontem estava no metrô (moro em São Paulo), subindo a escada rolante, de vestido… De repente os guardas do metrô abordam o cara atrás de mim e pegam o celular dele. Era uma moça e um rapaz, a moça me puxou no canto no fim da escada e disse que eles receberam uma denúncia de que ele estaria filmando por baixo da saia das mulheres e abordaram o cara. Ele filmou meu vestido e minhas pernas, não deu tempo de filmar mais nada. Fomos para a delegacia, prestei queixa e ele será indiciado por perturbação da tranquilidade – artigo 65 do código de contravenções. Acho pouco (prisão de 15 dias a 2 meses ou multa), mas fiz o certo e ele será indiciado pelo que está previsto na nossa lei, estou tranquila por ter feito minha parte. O que mais me chamou atenção foi o pessoal do metrô achar que tinha que me convencer a ir até a delegacia, prestar queixa, se desculparem pois isso acabaria com meu sábado a noite. Na minha cabeça não tinha discussão ou dúvida alguma do que faria, mas parece que vivemos num país onde as pessoas precisam ser convencidas a exercer seus direitos e deveres de cidadão. No caminho da delegacia a funcionária nos contou sobre um episódio que um senhor fez com uma moça no metrô praticamente o mesmo que fez com você (levantou a saia dela e passou a mão na bunda da garota), mas ela teve a oportunidade de segurar o cara e o levou até a segurança do metrô. Na delegacia foi indiciado por estupro e ficou preso, sem direito a fiança. Senti orgulho tanto da segurança do metrô que exerceu impecavelmente sua função no meu caso e nesse caso que me contaram e do delegado que no outro caso foi impecável em sua decisão de indiciar a pessoa por estupro.

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  5. Julieta Bacchin

    Parabéns e muito obrigada pela iniciativa da pesquisa.
    Sua pesquisa falou por todas nós, mulheres, que não aguentam mais esse assédio nojento nas ruas brasileiras. Espero realmente que ela abra os olhos da sociedade, principalmente dos meninos mais jovens, para que não desenvolvam esse tipo de comportamento, de que homem de verdade não canta mulher na rua!

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  6. Welliton (@wellitonAlves)

    Parabéns pela iniciativa. Vocês mulheres são guerreiras, tomará que a tua pesquisa venha sensibilizar a sociedade em geral para respeitar as nossas mulheres, que devem ser tratadas como princesas e não como produto, marca, objeto sexual.

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  7. Daniela

    Eu sempre me incomodei muito com isso, da gente passar e os caras olharem sem nenhum respeito, ou ver as mulheres passando e os homens olhando mesmo, sem vergonha, inclusive achando legal… Adorei! parabéns pela iniciativa e obrigada!!!!

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    • Fernando Guidelli

      oi daniela. não sou um desses idiotas que ficam cantando garotas na rua. acho ridiculo. vc comentou que mulheres passarem nas ruas e os homens olharem sem nenhum respeito. não sei ate que ponto olhar pra uma mulher eh um motivo de falta de respeito. jah olhei pra mulheres na rua ou outros lugares publicos mas por achar a mulher muito bonita na qual acho normal. agora fico com receio de não entender o que eh esse falta de respeito em olhar. desculoa o portugues, mas estou meio na correria,
      vlww

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  8. Pricilla Coelho

    Parabéns pela iniciativa, vou acompanhar sempre, histórias que com certeza muitas de nós se identificam. Conheci o site pelo projeto Chega de fiu fiu, publicado no facebook pelo ” O Machismo Nosso de Cada Dia”

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  9. Carla Laes

    Acabei de conhecer o blog por meio do compartilhamento de um dos textos no facebook de uma conhecida. Já li outros textos e, no momento, estou simplesmente encantada. Não vejo a hora de chegar em casa para devorar mais algumas palavrinhas.

    Parabéns pela iniciativa! Sucesso!

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    • Olga

      Oi, Juliana. Obrigada pela visita, pelas palavras e pela dica do grupo. Acabaram de me aceitar por lá. Espero contribuir com as discussões. Beijo grande!

      Responder
  10. Jac

    “Especializou-se em moda em Londres e trabalhou em publicações como Elle Brasil e Harper’s Bazaar.”

    Explicado por que o design do blog e as ilustrações são tão elegantes!

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